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ENORMIDADES
O futebol profissional paraense está nu.
Pensei muito para não chamar mais de “ladrão” jogadores que desonram camisas de CR e PSC.
Aos poucos, em mim deixa de existir Caim, penso no termo “xerox” para definir os Ribamares que há no futebol desta terra.
Foi proibido fazer gols no jogo entre CR e Tombense.
Presidentes Antônio Carlos Teixeira e Maurício Ettinger, CR e PSC são os mesmos havia anos, por serem instituições impessoais, mas cada um de nós aprendemos às lições da vida com nossas experiências, vitórias e derrotas, mas as almas, os corações são diferentes e imperfeitos.
Como a vida, o futebol só tem enredo porque há os bons e os “rabos de cabra” que tornam o esporte humano e, por assim dizer, eivado de perfeições e imperfeições.
Vendo pela TV CR 0 a 0 Tombense, dentro do Baenão, teitei de torcedores, vi o goleiro leonino ser o melhor atleta em campo.
Marcelo Rangel defendeu a penalidade cobrada por Igor Bahia.
Diferente de Ribamar que cobrou o pênalti sobre a perna do goleiro Felipe Garcia, que se jogava pra direita…
Entrando em diagonal, ficando de cara com o goleiro Felipe Garcia, Filipinho chuta a bola pra linha lateral do outro lado. Enormidade!
Assim como Jean Dias, Bryan Borges, lá do outro lado da avenida esqueceram do belo futebol do PARAZÃO, Jadson, o “motorzinho”, que transitava de uma intermediária à outra nos 4 RE-PAs, escondeu-se numa dialética irritante de jogador que pediu o vermelho e acabou sendo expulso de campo.
Sem ser o dono da verdade ou a “palmatória do mundo”, penso num verso do cancioneiro popular, Lupicínio Rodrigues: “O pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa quando começa a pensar…”. É pra pensar!
É como me sinto, ao pensar no futebol de CR e PSC, que já me deram muito prazer em vibrar e correr em campos de futebol ao comemorar gols de grandes ídolos, com os quais eu me abraçava.
No Paysandu eu não engulo, em 6 jogos, quatro expulsões. Aí tem!…
“Todo bom e barato é raro. Logo todo raro é caro”.
É o que há!
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