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CR PODERÁ PAGAR 2 X ÁREA DO CT

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Este blogue foi o primeiro a noticiar a compra do CT do Carajás pelo Clube do Remo.

4 de junho de 2021, presidente azulino, Fábio Bentes, anunciava a compra da área de 98 mil metros quadrados, com dois campos, no Outeiro, a 14 km de Belém, após a ponte sobre o rio Maguari, por 3 milhões de reais dos posseiros Luiz Omar Pinheiro e Lindomar Rodrigues.

Negócio gerado perante a Superintendência do Patrimônio da União – SPU -, que tinha como superintendente o senhor Flávio Augusto, “afilhado” político do deputado federal Hélio Leite (União-PA).

Passados 3 anos, Remo quita valor financeiro patrimonial e adquiriu junto a SPU título de posse da área e deve pagar anualmente imposto à União.

Quando noticiei que o Remo comprou a posse da área, fui alvo de críticas, mas quem conhece o tema, como o empresário Fábio Cebolão, ratificou minha informação.

Agora, surge a verdade nua e cru: segunda-feira, 27, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, comandada pelo senador amapaense Davi Alcolumbre, efetivará audiência pública interativa com a finalidade de avaliar a Emenda de Proposta à Constituição – PEC – que tem a finalidade de transferir áreas de marinha (terrenos) a quem efetivar pagamentos aos posseiros particulares, e, se os estados ou municípios comprovarem serem donos dos prédios construídos nas áreas, terão às gratuidades.

São áreas de marinha, faixa de terra às margens de rios, lagoas, igarapés, baias, oceanos onde há construções no espaço de 33 metros de distância da ocorrência da preamar (maré alta).

Além do CT azulino, em Outeiro, CR, TLB e PSC têm sedes náuticas às margens da baia do Guajará, tornando-se posseiros da União, mas que, se aprovada a PEC, poderão adquirir em definitivos os espaços.

Clube do Remo, se assim for a vontade dos senadores, pagará duas vezes pelo CT do Outeiro.

“BOÇALIDADE, ARROGÂNCIA”

Jader Gardeline, sócio azulino, revelou no SHOW DE BOLA DALEPIX, que o juiz do TRT-PA que bloqueou cotas do BANPARÁ e FUNTELPA, avaliados em R$ 1,4 mi, determinou repasse de 700 mil reais para cobrir dívida azulina com a União.

“Eu e um grupo de sócios tentamos contato com o presidente Antônio Carlos Teixeira, mas não fomos atendidos. O problema do Remo é  boçalidade, arrogância”, sacramentou Gardeline.

É o que há!

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