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RODRIGO SANTANA, O ALQUIMISTA

Inobstante, acusar-me de “ladrão de documentos”, na lata, e acusei o “golpe”, porque foi verdade, quando ele negociava dívida do CR no TRT-PA, e esqueceu de rabiscos sobre a mesa do secretário da 6ª Vara, e eu “roubei”, continuo admirando o advogado Milton Campos, exímio negociador.
Desde que publiquei meu último contato com ele, em março, quando revelou “insanidade e irresponsabilidade” da diretoria azulina em manter Catalá à frente do elenco azulino, que Milton Campos não me atende.
Mesmo assim, entendo que Milton é uma espécie de “nazireu” a serviço do Clube do Remo, embora more a 75 km de Belém, Castanhal, onde tem empresa pra cuidar.
Quanto a não atender meus chamados, ele tem todo o direito de não me aceitar, e eu, então, tenho o dever de publicar sua última passagem pelo Baenão, após conversa com o presidente Antônio Carlos Teixeira, e se colocar a serviço do time azulino na qualidade de vice-presidente.
Milton indicou alguns jogadores que vestiram camisas de Tuna, Castanhal e outros times que participaram do PARAZÃO e não foram aceitos pela comissão técnica ao comando do EL Patron, e isso, talvez, tenha sido o motivo para mais uma vez, Milton Campos tenha sumido do Baenão.
Tenho a concepção de que o PARAZÃO não é parâmetro para nenhum clube paraense, que participa de competições nacionais: são contados nos dedos das mãos atletas que se destacaram no regional e que têm condições de titularidades em Remo e Paysandu.
No Paysandu, Juninho se salva; no Remo, Ronald, Filipinho e Kanu são inconstantes.
Papellin continua buscando atletas que cheguem para jogar e torne o ambiente do Baenão sadio ao comando do técnico Rodrigo Santana, o “alquimista” que está transformando chumbo em ouro e, como gestor de pessoas, unindo o grupo de atletas.
É o que há!
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