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O TAMBOR QUE BATE LÁ, RESSOA CÁ
Nas décadas de 80, 90, pelo futebol paraense passaram dirigentes “baludos”, que comprovam “apitos” vendilhões.
Um desses, quando nas rodas com repórteres, não tinha pejo em dizer: “O meu melhor atacante é o bandeirinha!”
Num certo clássico regional, o cartola mete 10 mil reais na mão do diretor para comprar o árbitro, que havia cobrado este valor para não deixar o adversário chegar na área. O time do “baludo” tinha que vencer de qualquer maneira. O resultado foi 2 a 2.
Ao final do jogo, cartola enfurecido mete um “trezoitão” na cintura e parte pra casa do apitador, e em lá chegando, o bandido recebe seu indesejável visitante lhe devolvendo 5 mil reais na liga: “Eu cobrei dez mil reais, só recebi 5. E estou lhe devolvendo”. O diretor intermediário “engoliu” 5.
O cartola, o diretor e o apitador estão vivinhos da silva. E eles sabem que eu represento um
Quando surgiu o VAR, no Brasil, revelei aqui neste “condomínio” e no microfone da Rádio Marajoara: “O VAR não mudará em nada o futebol brasileiro, porque é caráter de ‘varista” bandido. É caráter! O equipamento depende da questão de simpatia do apitador bandido.
Quem não se lembra do que o Leandro Vuaden fez com o Paysandu nos Aflitos? Depois de 4 anos, reconheceu o erro e continua apitando.
O que aconteceu com o Hulk à noite de segunda-feira, 17, no jogo contra o Palmeiras, foi uma declaração de vingança indireta do apitador para com o atacante do Atlético-MG. Será que o bonitão e “baludo” Hulk não roubou o “porco” do apitador?
O jogo de daqui a pouco na Curuzu, o Paysandu deve ter muito cuidado com este senhor chamado Maguielson Lima Barbosa: em 11 jogos apitados, este ano, pelo Brasileiro, aplicou 51 cartões, e num jogo da B, 11 amarelos.
“Alguém já viu corrupto bandido no futebol brasileiro preso?”, indagou Leila Pereira na cara de um repórter.
O tambor que bate lá, ressoa cá, dona Leila.
É o que há!
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