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TAMBOR RESSOOU ALÉM ATLÂNTICO

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Novamente, uso o pronome pessoal oblíquo tônico “mim”, pra dizer que dentro de mim há um subversivo.

Este subversor da ordem faz estadia em mim. Deus? Fute? Não sei definir. Sei que falo e escrevo sobre o futebol paraense, em especial de CR, PSC e TLB.

Céu?! Inferno?! Marginal?! Processos, porradas, odioso, mas há a glória de sempre ter quem me dê moral. E desta vez me vi como ícone mundial.

A sabedoria vem através do tempo; a inteligência é característica pessoal e esta, às vezes, nasce intuitivamente…

“Os clubes de Belém não contratam ótimos jogadores porque os dirigentes não querem pagar os percentuais dos empresários, “donos” desses atletas”. Citei exemplos: “jogadores Cassianos e Wagner Love usaram o Paysandu para serem valorizados pelo Avaí”, soltei a “bomba” no Super Marajoara News, das 9 às 11h.

Do além Atlântico, de Zurique (Suíça), recebi divergência de quem é empresário brasileiro, com vasta experiência no mercado da bola, no Velho Continente:  Leandro Rodrigues, que afirma com todas as letras que tem “nojo”, porque os “clubes passaram a ser reféns dos empresários, mas que há diretores-empresários dentro dos clubes”.

Cutuquei ninho de marimbondo. Do Japão, aonde está empregando jogadores agenciados por si, Miguel Malluf telefona, não quis falar no ar, mas me diz que “os empresários têm despesas para agenciar atletas e técnicos, porque, como são empresas, pagam impostos”.

Uma coisa é certa: o tema futebol mexe com o mundo, desde que se tenha ousadia para expor pensamentos, e não à toa o tambor que bati no microfone da Rádio Marajoara (aqui no c… do mundo), ressoou na Suíça e no Japão. Paidégua! (Vídeo: Cristian Ramos).

É o que há!

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