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“NÃO É FILANTROPIA, É VISIBILIDADE…”

Estado distribui pacoteira de R$ 4,6 mi para PSC, CR, Águia e Cametá.
“Não é filantropia o que o estado faz para os clubes paraenses, é visibilidade de marcas”, disse governador Helder Barbalho em discurso, após assinatura dos contratos com os presidentes Maurício Ettinger (PSC), Antônio Carlos Teixeira (CR), Joelson Farias (Cametá) e Vadico Corrêa (Águia de Marabá) e a presidenta do BANPARÁ, Rute Pimentel.
Cada uma das “locomotivas” receberá dois milhões de reais.
600 mil reais serão divididos entre Cametá e Águia.
“Pra semana cairá na conta de cada clube em parcela única”, revelou o chefe do poder executivo, Helder Barbalho.
Em momento de descontração, governador disse que o “Remo deveria adquirir equipamento para produzir neblina” (risos da plateia), referência indireta do jogo Caxias 2 x 4 CR, na Serra Gaúcha. Sob cerração, o melhor jogo do Remo.
Antes do evento, nas rodas dos dirigentes ouvi: “Contra o Santos, Paysandu jogará aqui. Só falta a CBF definir a data; O Remo, contra o CSA, também, deverá jogar no Mangueirão”.
Na coletiva, indaguei ao governador da iniciativa do estado em convidar, neste momento que o mundo olha pra Belém, os Fundos de investimentos árabes e europeus para conhecerem a realidade do nosso futebol. “É uma questão dos clubes, dos seus conselhos…”, respondeu o governador Helder Barbalho.
É o que há!
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