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INIMIZADE

No Dia Internacional da Amizade, boiou, na Curuzu, a inimizade entre o técnico Hélio dos Anjos e o Ari Barros, executivo do PSC.
Hélio e Ari nunca se deram bem, e a relação ficou mais estremecida quando o executivo representou o Paysandu em reunião do Conselho Técnico do PARAZÃO, e por exibicionismo de corrupto, em Salinas, que de forma desleixada permitiu que o Paysandu fosse o time que mais viajasse para o interior paraense, e mesmo assim foi campeão, mas o Hélio não tolerou. E de forma indireta o criticou.
Quem segura o executivo na Curuzu é o presidente Maurício Ettinger por ser generoso, mas a maioria não “traga” Ari Barros pelo caráter indesejável.
Fonte real revelou ao blogue que a “animosidade entre Hélio e Ari existe, mas que se respeitam, e que Hélio não ameaçou entregar o cargo”.
Diante do “affair”, diretoria alviceleste silencia, demonstrando que está entre a cruz e a espada. É preocupante, porque se mandar Ari embora fica a sua “panela”, e se Hélio bater o pé e teimar no “ou eu, ou ele” quem perde é o Paysandu, porque o técnico é muito mais importante que o desagregador Ari Barros.
No Náutico, Barros não é bem-vindo.
É o que há!
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