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PENSO E REMOO
Sou sabedor de que ele não gosta de ser foco na mídia esportiva. Falou-me
Foge de mim como o diabo da cruz, mas, como dependo de fatos pra sustentar blogue e programa de rádio, tenho em mim a máxima de que “eu posso, eu faço, ou eu vou”.
Quarta-feira, 2, tive a certeza de que ele não daria entrevista à imprensa, porque estava com a agenda lotada.
Parei. Pensei. Telefonei para uma fonte querendo saber se o presidente do CR, Antônio Carlos Teixeira, viajaria com a delegação à Paraíba. “Ele vai comandando a delegação”, respondeu-me à fonte real.
Quinta-feira, 3, chego no aeroporto de Belém, 5h30, e fico na mutuca a espera do dono do trono azulino.
De repente o vejo caminhando no saguão de Val-de-Cães, vai e se senta para um cafezinho com um segurança ao lado. Agora é comigo! Dei o bote certeiro!
Presidente do CR, Antônio Carlos Teixeira, levanta-se me abraça e me concede a entrevista desejada, e, como sou um abençoado de DEUS, que é rico, poderoso e festeiro, chega o “pedreiro” (Rodrigo Santana) para completar a festa, e num “ping-pong” me falam da reconstrução do time azulino, da reconstrução do CT e de que o “foco é pensar alto” tendo Papellin na execução e o Rodrigo Santana no comando da equipe em 2025.
O meu trabalho jornalístico depende muito do meu “feeling”, da minha construção mental: sonho, idealizo o que quero e remoo a minha mente, que é a principal ferramenta do meu eu.
Não “acho”, “penso” e consigo.
É o que há!
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