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GRATIDÃO! GRATIDÃO! GRATIDÃO!

Todos os meus sonhos passaram – e continuam passando – por pessoas.
Na adolescência, em Macapá, papai e mamãe me diziam: “Estuda, meu filho, que é pra você não puxar beiço de burro!”. Hoje, é o “corre”. Eles me passaram a bondade, a verdade e a coragem pra encarar os desafios da vida.
Com este sonho de estudar na mais famosa academia do saber da Amazônia, em 1980 pisei no Campus da UFPA, e, após dez anos, a deixei com 2 diplomas: letras e jornalismo (fui jubilado em Direito, para ir ao Rio de Janeiro a mando de Francisco César, o “Astro”, quando superintendente da FUNTELPA), e depois pós-graduado em gêneros textuais.
Em Belém, meus sonhos têm passados por pessoas que não se importam com a minha natureza, querem meu poder cognitivo de pensar e realizar obras como. jornalista esportivo.
Nesta longa caminhada, encontrei Gandur Zaire Filho, José Maria Simões, Jorge Dahas, João Braga de Farias Junior, Joércio Barbalho, Francisco César, Jaime Bastos, Jones Tavares, Chico Ferreira, família Aguilera, Miguel Alexandre Pinho, os irmãos Maiorana (Rômulo e Ronaldo), Chico Chagas, Guarany Jr., Maurício Santiago, Geraldo Rabelo, Ricardo Rezende, Raimundo Feliz, Felipe Fernandes, Adelcio Torres, Patrik Castelo Branco, Zeca Pirão, Bira Lima, Didi (o do Ver-o-Peso), Zezinho Alírio, Dr. Raimundo Eder, Jurandir Bonifácio, Agripino Furtado e Eliércio Santino.
Em mim há uma coisinha de cada um de vocês, porque uns viram capacidade profissional e me indicaram; outros, mataram minha fome; um me salvou de despejo no Império Amazônico; o outro de algema; àqueles que me deram casa, carro e me colocaram em duas Copas do Mundo e uma Olímpiada e se hoje tenho onde caí morto, graças a todos vocês. Gratidão!
74 anos. Aspiro ascensão! Pela graça (o dom imerecido de Deus) pelo bom senso de um jovem empresário que vi garoto, na década de 2000, na Curuzu, e que agora me disse: “Zé, não me importa a tua natureza, quero o teu profissionalismo, a forma de fazer diferente!…”, Fred Carvalho, “obrigadinho”, pelo presente a este velho, que não merece tanto, posto que aprendi que “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo!”. Umbora pensar, criar, inventar e reinventar para não ser “papagaião”.
É o que há!
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