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FÉ E GRATIDÃO

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PROFESSOR E O TÉCNICO

No Dia do Professor, recuso-me a chamar de “professor” para técnico de futebol.

Chamo-os pelo nome!

Uns estudaram, outros nem tanto: então, técnico é técnico e professor é professor, portanto, o que ensina.

MORAL

Domingo, 13, Círio de Nazaré, eu não apresentaria o SHOW DE BOLA DALEPIX, da Rádio Marajoara-AM 1130, e um pedido carinhoso, o do Caio Ferreira, operador de áudio da rádio, me fez mudar de ideia e fui à sede do PSC e após passagem da santinha, às 11h30, me dirigi à emissora, e às 12h entrou no ar a maior “naba” do rádio brasileiro.

Das 12h às 13h – 81,12%; das 13h às 14h – 89,42%, e na faixa das 14h às 15h – 93,89%. Média: 88,14%. “É imbatível”, disse-me certa vez o patrão Carlos Santos.

“Obrigadinho”, aos que me estendem às mãos, e os cérebros que eu empresto para que possamos fazer a diferença e o “papagaião” tentar copiar.

Vendo o movimento das pessoas na procissão do Círio de Nazaré, penso que nenhuma outra festa religiosa manifeste de maneira tão lúcida e profunda a consciência da natureza humana cristã e a fé do povaréu numa santinha, que vira esta cidade de cabeça pra baixo.

Do primeiro piso da sede bicolor, durante 5h, vi pagamento de promessas, palmas, bailarinas, lágrimas, contrição, terços nas mãos e fé desmesurada.

“A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem”, está no livro de Hebreus.

Abraão, ouvindo Deus, deixou sua terra, sem eira e beira, e encontrou a terra prometida. O Todo-poderoso confiou a ele o epíteto de o “Pai da fé”.

Romário foi ao barbeiro e sintetizou sua fé de que o PSC “não cai”, na cabeça, e acompanhou a procissão.

Este ano, “forças estranhas” têm ajudado as nossas “locomotivas”: na C, o Remo chegou aos 26 pontos e foi ajudado; na B, PSC passa nove rodadas sem vencer e não se mela de “graxa”.

GRATIDÃO

Tenho a coragem de afirmar que não escrevo e nem falo de graça: durante 30 anos falei pra alunos, em salas de aula, pago pelo Estado; desde 1972, em Macapá, falo em rádio, e em Belém desde 1980, escrevi pra TV e jornal, e hoje, escrevo nos meus condomínios digitais, que são patrocinados e bem pagos.

Minha relação com os Aguilera começou com o patriarca Raul Fermin Aguilera, que vendia ferro; passando pelo Grupo Big Ben (Raulzinho), e hoje pelo TUDO (Roger). São ótimos parceiros, colocaram-me na Alemanha e no Rio de Janeiro (Copa do Mundo e Olímpiada) e nunca me deixaram com o cu na mão para pagar empresa que hospeda este, e o técnico que pago, mensalmente, para manutenção do meu blogue.

Não há bom jornalismo sem dinheiro, mesmo porque não faço jornalismo de fancaria e tenho gastos com gasolina pro carro, sandália, perfume (velho que não se perfuma fede) e o meu tempo que é uma das coisas mais preciosas.

Doaram-me e recusei títulos de CR, PSC, TLB e AP porque nunca quis ser sócio, mas meu amor pelo PSC e a gratidão pelos Aguilera não influenciam no meu jornalismo esportivo.

Raivinhas não quitam dívidas. Brasil é um eterno devedor da dívida externa e continua sendo potência emergente.

É o que há!

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