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VAR NÃO PISCA

Gosto de pensar porque leio, desde a mais tenra idade, os grandes pensadores.
Lacan afirma na sua tese da “Constituição do Eu” que “o desejo do homem é o desejo do outro”.
“A imagem do outro é a perspectiva de apreensão dos objetos”, então estou chegando à imagem do lance em que o árbitro do jogo Operário 1 a 1 PSC não viu, mas o “varista”, com ajuda da tecnologia, viu e marcou penalidade real.
Ao ver o lance, fiquei em dúvida, mas pra realidade da falta, porém, busquei opiniões de 3 árbitros (dois daqui da FPF e um de outra Federação) e os três foram unânimes em afirmar a “falta de prudência do zagueiro bicolor”.
Busco, novamente, a filosofia, e desta vez o monumental pensador católico, Santo Agostinho: “É falso o que vemos porque jamais conheceremos tudo que constitui o todo”. Expressão perfeita para analisar o que se passou no lance em que o VAR viu o que o olhar humano não viu.
Quando repórter de campo, certa vez, num RE-PA, indaguei de Héber Roberto Lopes, quando nem se pensava na nova tecnologia, porque o “árbitro não marca penalidade ou impedimento que a TV vê?”. Em cima da bucha: “A TV não pisca!”.
A divulgação do áudio do lance não deixa dúvida: o VAR não piscou.
Pergunto-me se eu estou errado por pensar e ter a coragem de expor o que verdadeiramente penso.
Sinceramente, às vezes, rogo a Deus que me dê uma outra natureza que não irrite os outros, àqueles que geralmente, falam pelos cotovelos para agradar o sistema. Então, penso que sou um velho jornalista de que não tem jeito. Sou um caso perdido! Ou melhor: defeito hereditário!
É comum no “serhumano” tirar o foco de uma situação verdadeira para não expor mazelas, incompetências, que somente quem está atento ao mundo das ideias percebe a realidade subjacente.
Infelizmente, estamos no século XXI e as nossas “locomotivas” estacionam sob arquibancadas.
Mundo bicolor se movimenta para eleger dia 5 de novembro um novo presidente, que pode ser Roger Aguilera ou Felipe Fernandes, e quem sentar no trono, a partir de janeiro de 2025, terá a responsabilidade de efetivar gestão eficaz, voltada para um novo tempo: que o lobo tenha imensa floresta para habitar.
Em noite pomposa, num bar no centro de Belém, Roger foi alvo das atenções de “lobos” de fina pelugem no lançamento da RAUL AGUILERA -70.
É o que há!
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