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“NÃO FICA”

“Esli Garcia não fica na Curuzu”, crava empresário Fred Carvalho.
“Não devemos confundir notícia com verdade. Cabe à verdade iluminar fatos escondidos, relacionando-os com outros, a fim de produzir uma imagem da realidade que permita às pessoas agirem. Ao jornalista cabe sinalizar eventos”, pontua Walter Lippmann, jornalista, comentarista político, crítico e filósofo estadunidense, que faz parte da minha humilde estante.
A imagem que se tem do tema “Esli Garcia”, explorado com exaustão pela imprensa paraense, é de incertezas, partindo da diretoria alviceleste, que, segundo o executivo Felipe Albuquerque, poderia ter evitado este “mal-entendido”, se tivesse a sensibilidade de ter “amarrado”, em contrato, no meio do ano, outra renovação de contratual, posto que os direitos econômicos e federativos do atleta pertencem ao Paysandu até 30 de novembro deste ano.
Paysandu e empresários do jogador já se entenderam, agora tudo depende de o desejo do atleta vestir por mais uma temporada a camisa bicolor.
“Vamos fazer de tudo para convencer Esli Garcia a permanecer no Clube”, revelou Felipe Albuquerque, executivo bicolor, mas reconheceu que “não será fácil, devido a exposição do jogador no final da temporada”.
Para Fred Carvalho, empresário com certidão Fifa, Elis Garcia está na mira, sim, de grandes e médios clubes do futebol brasileiro e que “o momento é critico para a diretoria alviceleste devido compromissos além dos 8 milhões de reais no final do ano com jogadores”.
O futuro do atleta no Paysandu depende dele: “Dependerá do desejo dele permanecer no Clube”, afirma Albuquerque.
Vejo, no tema, que não há disfarce de ambos os lados, tanto do empresário Fred Carvalho como do lado do Paysandu, representado pelo cerebral Felipe Albuquerque, posto que a “certeza” de Fred sinaliza a “incerteza” bicolor, que neste frigir dos ovos outro tema inusitado veio à tona: lateral-esquerdo Keffel, que o Paysandu tem que pagar 150 mil euros a clube português, e o Hélio dos Anjos foi o avalista da negociação desastrada para a diretoria bicolor de um jogador “pereba”.
Minha intensão é sinalizar fatos, ouvindo quem tem opinião verdadeira sobre o fato.
Aos forasteiros que tudo opinam sem base, este texto serve de provocação àqueles que gostam de julgar sem pensar e o fazem conforme suas bílis.
É o que há!
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