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CONFIANÇA E CRÉDITO

Milton Campos, vice-presidente azulino, renúncia ao cargo.
André Alves, após servir PSC por 3 anos, chega pra ser o diretor executivo do Clube do Remo.
Os dois – Milton e André – transpiram confiança e crédito no que são excelências – negociações.
Milton Campos nunca se sentiu pleno como vice-presidente do CR, posto que espera ser muito mais do que é um simples vice-presidente.
André Alves, exímio lobista, que chegou em Belém trazido pelo ainda presidente bicolor, Maurício Ettinger, e conhecedor da capacidade de abrir portas em Brasília do seu amigo, que há um mês deixou a Curuzu por que Roger Aguilera preferiu preencher o cargo com a senhor Ana Cláudia, gente da sua confiança.
Certa vez indagaram ao Alexandre, O Grande, o que fez para conquistar o mundo, e ele na reta, respondeu: “Não me atrasei!”. Esta expressão é a síntese do empresário, ex-político e remista Milton Campos, a quem o Clube deve muito.
André Alves chegou no Remo e na primeira entrevista à Assessoria de Imprensa revelou que o “Remo é o maior do Norte”, o que feriu suscetibilidades bicolores, que alegaram que ele dizia o mesmo epíteto quando estava na Curuzu.
Francamente, não vejo por aí: o Remo é o novo patrão do excelente CEO (Chief Executive Officer, em tradução livre: Diretor Geral).
Nos anos 2014,15, no TRT-PA, que eu acompanhei às negociações, que culminou com o “Conciliar Formigosa”, Milton Campos, Domingos Sávio, Ângelo Carrascosa e Manoel Ribeiro doaram o máximo de si, nas medidas das suas possibilidades, empenhando seus nomes, para que os advogados dos credores confiassem na capacidade de o CR pagar mais de 25 milhões de reais de dívida trabalhista.
Não sei (e sabendo) o que levou Milton Campos a renunciar ao cargo de vice-presidente, mas, pelo que conheço, o desportista é um diligente imbuído de propósitos sérios e honestos.
Milton Campos, da última vez que nos cruzamos, ele me chamou de “ladrão de documentos”. Não me ofendeu, porque falou verdade na minha cara.
Ao longo dessa caminhada de 50 anos, como repórter esportivo, aprendi, vendo homens honestos e verdadeiros no futebol paraense, que uma ótima ação não se extingui, posto que a verdade, a honestidade são os alicerces de todo grande caráter.
É o que há!
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