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VIVA O RODO! PASSA O RODO!

No dia dos 111 anos do Paysandu, o “presente foi de grego”: 2 a 1 para o Santa Rosa.
Escrevi neste “condomínio” que “se não dé RE-PA, na final do PARAZÃO, um dos dois trabalhou errado”.
Paysandu cometeu o primeiro erro a aceitar jogar numa cidade que não tem estrutura para receber uma delegação de futebol, Ipixuna, no Nordeste paraense, tendo Paragominas a cidade mais próxima – a uma hora e meia – do município do “Ipixunão”.
Delegação bicolor dormiu em Paragominas, acordou 6h, tomou café e seguiu para Ipixuna, e em lá chegando não havia desfibrilador na ambulância, equipamento exigido para se iniciar uma partida de futebol oficial.
É claro que não é desculpa, mas é a mostra do quanto queremos ser o que não somos: não há estrutura.
Ainda vivemos debaixo de arquibancadas.
O sistema de drenagem do Mangueirão não suportou 15 minutos de toró e haja vergonha mundial: pra quem quer ser subsede de Copa do Mundo é inaceitável se usar rodo para escoar a água em parte do gramado. O mundo viu às cenas.
Urgentemente, algo deve ser feito para que o sistema de drenagem do gramado da “Catedral” suporte o dilúvio que alaga Belém.
Um jogador do Flamengo, após a vitória de 3 a 1 sobre o Botafogo, deixa em dúvida o gramado do Baenão: ele balança o corpo pra direita e pra esquerda e sapeca: “que estava mais ou menos…”.
Precisamos entender o nosso futebol com muita profundidade e tentar solucionar os problemas com visão holística, e o que vimos neste domingo, 2 de fevereiro de 2025 – passando por Ipixunão e Mangueirão – não seja colocado debaixo do manto da banalidade. É pra pensar como manda o neurocientista Sidarta Ribeiro: “A vida moderna está matando os sonhos: não resta nada para a imaginação”. Juntos, vamos pensar!
É o que há!
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