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VAR CORRUPTO

Gripado, febril e mofino, vi e ouvi o gol de Jaderson narrado pelo “papagaião” da TV Cultura.
Sob efeito de medicamentos, “morri” e “ressuscitei” 5h desta terça-feira, 4, e ao acionar meu “amante” estava teitei de mensagens via “uatizap”.
“Roubaram o Capitão Poço, Zequinha!”; “Zequinha, está tudo dominado pro Remo ser campeão!”; “Se o VAR chamou o árbitro central é que ele viu o que o Djonaltan não viu. Foi pênalti, Zequinha!”.
Cedo, fui ter com o meu “anjo da guarda”, Dr. Raimundo Eder, diretor técnico do Hospital da Beneficência Portuguesa, “ungido” volto pra casa, sem antes passar pela Feira da 25 pra sentir o pensamento do povaréu. Opiniões divididas sobre a não marcação da penalidade contra o Remo.
A imagem me mostra uma disputa legal entre jogador do Remo e do Capitão Poço e este se projeta para tentar chegar primeiro na bola e acaba havendo choque com o jogador azulino que, ao meu ver, não comete falta, ou seja, não utiliza braço, perna e nem o pé. O que percebo é que a bola passa e nenhum dos jogadores toca nela. Portanto, disputa legal sem penalidade, pela imagem que tenho.
Mas, em tudo há um “quê”. E neste lance, o “quê” está na chamada do “varista” Alexandre Júnior ao Djonaltan Costa, que não viu o que o VAR viu: imagens pra corrigir a decisão do árbitro central.
E como a falha do equipamento foi “tendenciosa” ou não, prevaleceu a decisão do Djonaltan em não marcar a penalidade.
Djonaltan não é árbitro pilantra!
Em todo este bafafá, por culpa da direção da Federação em adquirir equipamento “rabo de cabra”, tenho dito, desde que o VAR chegou no Brasil, que quem opera a máquina é o ser humano.
É por isso que na Noruega o VAR está na iminência de desaparecer dos campos de futebol, embora, eu reconheça que é difícil.
É o que há!
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