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“É FÁCIL ROUBAR O REMO”

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Definitivamente, Deus escreve certo por linhas tortas.

No silêncio e na solidão, Ele fala com a gente.

Faltando 10 minutos pras 12h, horário que o SHOW DE BOLA DALEPIX entra no ar, a pauta “fura”: “Zeca, minha mãe sofre infarto e estou com ela na Beneficência Portuguesa. Desculpa. Fábio Bentes”.

Rogo a Deus pela saúde da genitora do presidente do Conselho Deliberativo do CR, publicitário Fábio Bentes, que estava pautado para o DEDO DE PROSA.

Zapeio a agenda do meu “amante” e de repente aparece Zeca Pirão. Chamo e ele atende, falo do meu drama: “Me chama 13h, Zeca, que participo do programa”, confirmou.

Revelando verdades, Zeca foi da exacerbação às lágrimas ao revelar fatos que marcaram sua administração no comando do Leão Azul, no período de 2013/14.

“Nem bem sentei no trono, recebi um oficial de justiça cobrando R$ 98 mil do CR. Se eu não pagasse, seria preso. Me levantei fui no banco e paguei. Passados 15 dias mais 98 mil reais, paguei, e funcionários e jogadores estavam salários atrasados, paguei R$ 630 mil reais, porque na sede não tinha água, e mandei furar poço artesiano para abastecer as dependências da sede. É muito fácil roubar o Remo”, afirmou Zeca.

Via Link, Paulo Fernando entra ao vivo no programa e revela que, no Remo havia, quem “cobrasse 150 mil reais pelas luvas de jogadores recentemente contratados”, e eu complemento: “São os ‘bananas’ da vida que roubaram Zeca Pirão”.

O “stand up” do programa foi a revelação do ex-dirigente, agradecendo os empresários Maurício Ettinger e Gui Peixoto que investiram R$ 400 mil reais na revitalização do ginásio Serra Freire; e que Raul Aguilera, pai, emprestou 600 mil para quitar jogadores.

Mas, foi ele, numa mesa do restaurante Avenida, que, por 350 mil reais, tirou Eduardo Remo da Curuzu.

Chorando, Pirão disse: “Nunca roubei o Remo”, e repetiu: “É muito fácil roubar o Remo!”.

“Comprei fiado o terreno da Mercês e paguei, e hoje serve de portão para acesso do socio torcedor”, disse.

“Vitor Andrade é safado” e Pirão o agrediu no estacionamento de São Januário, após a “entregada” do jogador o que permitiu o empate do Vasco em 2 a 2.

Terminou a entrevista pedindo aos dirigentes de CR e PSC para se unirem em busca da série A e que não deseja ressarcimento dos 5 milhões de reais, no valor de hoje, que meteu no Remo.

É o que há!

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