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“O FUTEBOL BRASILEIRO É DINHEIRO E MÁFIA”

Passados ano e meio, após entrevista bombástica e reveladora – “A 33” -, reencontro, na feira da 25, Sérgio Dias.
Gosto do ex-diretor do CR, porque é verdadeiro e não permite que outro diga o que ele fez pelo seu Clube. Ele fez e assume, agindo nos bastidores, transando com deus e o demônio, para conseguir vitórias azulinas, num passado não muito distante, onde os dirigentes “pagavam suas vaidades”, como dizia Miguel Alexandre Pinho.
Ao me abraçar sorrindo, Sérgio Dias me disse – e muitos ouviram – que “o futebol brasileiro é dinheiro e máfia”.
Não à toa que o jornalista Juca Kfouri diz que a “CBF é a casa bandida do Futebol e por extensão às Federações”.
Quem manda na seleção brasileira é o poderoso empresário Giuliano Bertolucci, membro da família milionária dona da Lorenzett, e que representa, no Brasil, o magnata russo Boris Berezovsky, que foi aconselhado pelos seus advogados, hoje ministro do STF, a deixar o Brasil.
Sérgio, o que esperar de bandido que assaltou os cofres da prefeitura? O teu CR foi “estuprado” por um “camafeu”, que foi expulso do clube? E o Zé da Boquinha que se deu bem na SEEL? Hoje pousam de cartolas honrados.
No papo claro, Sergio Dias me revelou que alguns que ajudaram a colocar o Antônio Carlos Teixeira no trono azulino, “serão surpreendidos, porque o Tonhão não tolera safadeza. O relatório está pronto e vai surpreender”, pontuou.
Pensando como muitos pensam, Sérgio Dias jogou a indireta pra cima de mim: “O Fred está te ajudando. Ele é legal!”.
“Não me ajuda, não. Ele paga o jornalista diplomado José Maria Trindade para aprontar e entregar o SHOW DE BOLA DALEPIX. Sérgio, há corruptos, ladrões e ladinos que vivem bem, e eu tenho que comer rato e tomar água de esgoto? Não me compara com os “Bolas de Ouro” da vida, que cercam o “pica de cachorro”, os “bicheiros”, querendo a “ponta”.
“Vendo meu trabalho, Sérgio Dias, e não minha consciência. O Fred me paga bem, sim, pra fazer a diferença no rádio e na TV, e continuo funcionário da Rádio Marajoara, até quando o “Pinga, mas não seca” quiser.
É o que há!
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