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A DISPOSIÇÃO MENTAL E A “POMADA”

Daniel Paulista olha com a visão de lince os adversários.
Os jogadores azulinos sabem o que o treinador quer: saber ocupar os espaços e não errar passes.
Felipe Vizeu, que alguns criticam pelo custo benefício ao CR, tem função em campo estratégica: ele chama pra cima a marcação e deixa livre os espaços pra quem vem de trás.
O Brasil sabe das qualidades técnicas do camisa 33 remista.
Muito bem marcado pelos volantes Linares e Vasquez, Jaderson é liso e sabe fugir da marcação tendo qualidade no passe para Pavani ou para Janderson.
No gol leonino, aos 19 minutos, a marcação do Amazonas fechou nos zagueiros e no Felipe Vizeu, mas não tiveram a antevisão de que Pavani surgiu rápido vindo de trás: 1 a 0 Remo.
Com a expulsão de Alysson, aos 12 minutos do segundo tempo, time de Daniel Paulista tocou a bola e fechando no meio em triangulações.
Quando perde a bola, a organização defensiva do time de Daniel Paulista é rapidamente posicionada num 4-4-2.
O time remista tem disposição mental, sabendo o que fazer dentro de campo.
Venceu e convenceu América-MG, Coritiba e agora a Onça Pintada.
Dou descanso ao leitor azulino, que está feliz com o seu time.
Assisto Volta Redonda 1 a 0 no PSC lembrando do mais “azul da cidade”, o Jurandir Bonifácio, que se fosse vivo diria que o jogo foi uma “pomada”.
Horrível! Sem disposição técnica, a forma como joga o Paysandu.
Os dois times maltrataram a bola. Benitez (PSC) e Hyuri (VR), em lances diferentes, chutaram vento e se perderam nas finalizações de cara com os goleiros Jean e Matheus Nogueira.
Time de Luizinho Lopes é um amontoado de jogadores – alguns – sem qualidades técnicas e desarrumado taticamente.
Remo e Paysandu se preparam para o primeiro RE-PA da decisão do PARAZÃO, domingo, 11, no Mangueirão.
É o que há!
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