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“O PATINHO FEIO”

Vitória de 2 a 1 do Fluminense sobre o bilionário Al-Hilal, cai por terra o “viralatismo” do futebol brasileiro.
Antes de embarcar para participar da Copa do Mundo dos Clubes da FIFA, o Fluminense era o “patinho feio”, que ia para passear nos Estados Unidos.
Tenho inquietações sobre a máxima de que “dinheiro não entra em campo”, porque, às vezes, penso que sim, pois quem tem dinheiro, como têm os árabes, eles contratam os melhores jogadores do mundo. É fato!
No entanto, levando-se em conta as condições humanas, num torneio como este da FIFA, o dinheiro não entra em campo, o que prevalece é alma, a garra, a determinação e a intuição luminosa do técnico de futebol, como à do “professor” Renato Gaúcho, que é bolero.
Do ponto de vista coletivo, o Fluminense fez um jogo consistente, marcando, não dando espaço, errou uma vez, ocasionando o gol do time saudita.
J Arias é o pulmão da equipe; Renato Gaúcho é iluminado; Hércules, o jogador, faz jus ao nome: herói contra a Inter de Milão e contra o poderoso Al-Hilal.
Sem pontaria, Al-Hilal finalizou mais que o Fluminense, e este foi mais efetivo.
Por acreditar em jovens talentos, como Hércules, Renato Gaúcho é um técnico “ascensorista”, e o seu time avança de forma agrupada. Palmas!
É o que há!
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