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“INCERTEZAS E ACASOS…”

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Às vezes a escalação de um time de futebol, que passa pela cabeça de um técnico, há “abismos” e incertezas.

Dentre as várias definições sobre futebol, há uma que me amarro: “Futebol é incerteza e acaso, incidentes e acidentes. Nenhum jogador está sempre em plena forma e nenhum time é uma foto imutável”, lembra o genial Pep Guardiola.

“Tem dia que nada dá certo”, dito popular verdadeiro.

Quem imaginaria que o Luis Enrique (PSG) fosse “atropelado” pelo Enzo Maresca (Chelsea) na final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA?

“Coragem só é coragem quando se sente um profundo medo”, afirmava Nuno Cobra, guru de Airton Sena.

Maresca não teve medo de encarar a “fera” e emocionalmente, mentalmente os psicólogos do time inglês trabalharam o elenco que se tornou forte e poderoso, obtendo equilíbrio total.

Júnior Amorim, ex-jogador nacional e internacional, comentarista de TV e atualmente técnico de futebol, no SHOW DE BOLA, da Rádio e TV Marajoara revelou que “é necessário se conhecer futebol e os jogadores com profundida, e não se matricular num curso e em 3 meses receber diploma de técnico de futebol”.

Na real, não gostei de PSC e CR nos seus dois últimos jogos. Quem gostou?

Atlético-Go foi melhor no jogo coletivo. Explorou as brechas deixadas por Bryan, que ia e não voltava. Meio-campo bicolor improdutivo. Rossi sem a velocidade característica. O olhar atento do técnico Claudinei foi decisivo ao substituir Ronaldo Henrique por Anderson Leite, que entrou e empatou a partida.

E o time do Remo? Francamente, decepcionou e não perdeu pra Chapecoense pela irresponsabilidade do jogador Bruno Matias, que no campo defensivo, fez falta violenta em Pavani, aos 27 minutos do segundo tempo.

Antônio Oliveira insiste com Adailton, que é veloz, mas não pensa o jogo; Pedro Castro foi figura decorativa.

Contra o Coritiba, Paysandu terá que enfrentar imenso “deserto”.

Contra o Novorizontino, Antônio Oliveira deve estar diante de “incertezas” para escalar o Remo, mas se tem Camutanga, Davó, Regis, Cantillo, Pedro Rocha não tem porque temer se o elenco é “milionário”.

Antônio Oliveira! Antônio Oliveira! Antônio Oliveira! Falta beleza no estilo de jogo do seu Remo.

Não desejo ouvir o coro do torcedor azulino lhe chamando de “burro”, que, aliás, é assim que o chamam no Recife.

É o que há!

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