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CAINDO PELAS TABELAS

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O placar de 0 a 0 entre Coritiba e Remo representou um jogo confuso.

Time do Coritiba não tem nada de especial, mas propôs o jogo.

Azulinos ganharam um ponto e desceram dois degraus na escala de classificação, porque não tiveram forças pra ir pra cima do Coxa Branca.

Os técnicos – Mozart e Antônio Oliveira – são adeptos das jogadas pelos lados, em vez de lances pelo meio com toque de bola rápido a fim de furar às defesas.

Jacy, ex-Paysandu (era volante) zagueiro, que saia pro jogo, teve atuação destacada, e pelo lado azulino, como de sempre, Marcelo Rangel, que além de ótimo, tem sorte: no único lance perigoso, em chute de Ronier, na trajetória a bola bate na cabeça de Reynaldo, salvando a meta azulina.

Marrony também teve sua chance, mas esbarrou em Pedro Morisco.

Com a expulsão do goleiro coritibano, aos 15 minutos, por cotovelada em jogador remista, em vez do Remo se agigantar, deu espaço ao Coritiba, que propôs o jogo.

Ronier meteu bola no travessão de Marcelo Rangel, aos 8 minutos.

A bola toca no braço de Klaus e o árbitro viu penalidade, que o VAR anulou, porque o braço do zagueiro remista estava colado ao corpo.

Definitivamente, além da falta da qualidade técnica, da variação tática, o time azulino está desprovido de tônus muscular: não tem força, principalmente na segunda etapa de jogo.

É o que há!

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