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O PRESENTE É O QUE INTERESSA

Não sei se o torcedor paraense se apercebe que o nosso futebol tenta de afogadilho se manter aonde está no cenário nacional.
A mais “renovadora” ideia de levar o CR à A, do Brasileiro, em 2026 não se sustenta porque não houve projeto.
São interesses de duas ou três pessoas que não sabem o que é futebol, mas porque têm dinheiro pensam que tudo podem e se aliando a um “aventureiro” travestido de executivo.
A princípio o presidente Antônio Carlos Teixeira não concordou, mas foi “mundiado” pelo conto de quem viu que era fácil ganhar dinheiro com a marca CR.
No Paysandu, a luta pra se manter na B, financeiramente não houve propósito claro, que desse sustentação para contratações de jogadores com qualidade técnica.
Quando anunciaram Rossi, disse que o atacante não tinha mais a arrancada porque estava desprovido de tônus muscular.
Em Remo e Paysandu as falas dos dirigentes emergem do vazio, e pior no Baenão, porque o presidente Antônio Carlos Teixeira não mostra a cara, não fala e tudo está concentrado em quem não tem raízes azulinas e com passado comprometedor no Flamengo.
As falhas se “renovam” ano a ano e não aprendemos a “lição” contratando “carradas” de jogadores porque o que importa é o Remo ascender à A, e o Paysandu permanecer na B.
Às propostas, às ideias de futebol competitivo, em PSC e CR, não poderão ser levadas a sério se as duas “locomotivas” continuam estacionadas sob arquibancadas.
Às ações, em nosso futebol, são comprometedoras porque não visam o futuro, mas tão-somente o presente. O presente encantador.
Precisamos corrigir nossos erros e mudar o rumo da prosa.
É o que há!
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