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EMPRESA ITALIANA TEM INTERESSE NO CR

Mesa de bar ou de restaurante é “fonte” que gera notícia cristalina.
Por estar à ilharga da “fonte”, ouvi, na hora do almoço, em uma das mesas de restaurante, num shopping, no centro de Belém, um papo entre homens bem afeiçoados.
Com “cara de égua”, cheguei, amesendei-me sem ser notado e de orelha em pé, porque o papo era o Clube do Remo.
“O Rony esteve com o Braz para ver se ele conseguia fazer com que a INGRESSO S/A voltasse a fornecer bilhetes para o Clube do Remo. O Braz disse que nada podia fazer, porque o Tonhão decidiu a parada”, disse um dos comensais.
Sem se darem conta de que estavam sendo “monitorado” por este velho jornalista, entre um drink e outro, um dos comensais falava do conhecimento e da versatilidade de Marcos Braz: “O Braz mora no quintal da CBF, na Barra da Tijuca, e conhece o mercado: ele está conversando com o representante da MACRON, no Brasil, para que, em 2026, o Remo seja patrocinado pela empresa italiana.
Patrocinando vários clubes mundo afora, MACRON é empresa italiana, representada no Brasil pelo empresário Eduardo Olivieri.
Via “uatizap”, chego no distribuidor exclusivo da MACRON, no Brasil, que ao me atender diz: “Tenho um grande amigo aí: Marcos Braz. Foi ele quem lhe passou número do meu telefone?”
“Não senhor. Sou jornalista. Marcos Braz não fala comigo”, respondi. “Diga-me da parceria entre CR e MACRON?” Pedi.
“Nada está fechado. Estamos namorando. A MACRON é a terceira empresa que mais patrocina clube no mundo, e tem interesse, pela história, no Clube do Remo. A empresa investiu nos museus de vários clubes, e agora, ultimamente, no Flamengo. E deseja construir o Museu do CR com a MACRON tendo uma loja dentro do espaço para vender a marca Remo. Repito: estamos ‘namorando’, mas há interesse da MACRON no Clube do Remo”, sacramentou.
Não tenho dúvida de que o CR será patrocinado pela MACRON, em breve.
É o que há!
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