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PREGO BATIDO E PONTA VIRADA

Eu e alguns torcedores do CR pensávamos que o presidente Antônio Carlos Teixeira encarnava o “Luís XIV” e o Marcos Braz, o “Cardeal Mazarino”.
Quando ascendeu ao trono francês, com a morte do pai (Luís XIII), em 1643, Luís XIV, imberbe, contou com a performance da mãe, Ana da Áustria, e do “Cardeal Mazarino, que era a “eminência parda” do reinado: mandava e desmandava.
Um pouco de História Geral: o quê de eu comparar o executivo azulino com o religioso italiano, que serviu o rei Luís XIV.
Quem viu contou-me: “Zequinha, o presidente Tonhão deixou o camarote da diretoria bufando, e falando aos parceiros: “Vai embora, agora”.
Na sala da diretoria, no Baenão, o presidente bate à mesa e diz para o Marcos Braz: “Converse com o técnico que não dá mais pra ele continuar comandando o time. O Clube paga o que tem de direito”.
Ordem dada, ordem executada. Ou seja: prego batido e ponta virada.
Antonio Oliveira concordou que não havia mais clima para continuar à frente do time leonino e facilitou o distrato contratual.
Antonio Oliveira tem um ótimo discurso, mas na prática, em campo, deixa a desejar na organização e repertório tático.
Presidente Antônio Carlos Teixeira mostrou o seu lado irredutível e logo aceitou o nome de Guto Ferreira.
É o que há!
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