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BIGORNA E MARTELO

O momento azulino é de alegria celestial.
O do Paysandu é de tristeza infernal.
O Leão Azul vive o desejo de chegar na A.
Paysandu busca razão pra escapar do maldito azar.
No Baenão há brilho do sol.
Na Curuzu a maldade não vem só.
No Baenão, Guto Ferreira olha pro banco e vê qualidade.
Márcio Fernandes – coitado – tem que se apegar a inutilidade.
RE-PA de terça-feira, 14, será uma “guerra” de bigorna e martelo.
Quem levará o farelo?
Perdão pela comparação.
Por ser maciça, a bigorna desgasta o porrete.
RE-PA é um jogo de macete.
Nem sempre vence quem melhor rola a bola no tapete.
Sem falsete! RE-PA é do cacete!
PÓS-ESCRITO
Nos bastidores, Paysandu vive, talvez, momento pior do que àquele de Geraldo Rabelo, na década de 90, quando “Gegé” contratou jagunços para “vigiar” Artur Tourinho e Celso Jovino.
Acusados de gestão temerárias, conselheiros bicolores registram BOs, em Delegacias de Polícia, e outros contratam advogados para irem à justiça contra quem os acusa de terem se beneficiados de dinheiro do PSC.
Família Couceiro não deixará por menos.
É o que há!
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