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O PODER DA FÉ

Afirma o autor de Hebreus – para alguns teólogos, o apóstolo Paulo – que a “fé é aquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”.
Portanto, substantivo às nossas esperanças.
Na vida, quem não tem desertos para atravessar e clama por uma vereda? Obstáculos para ultrapassar? Emprego para encontrar e trabalhar? A casa dos sonhos?
É claro que para os religiosos fieis a Deus, fé é o ato de confiar no possível e no impossível que Ele resolve a parada.
Penso no letrista: “Fé é viver com os pés na terra e os olhos no Céu”.
Esses versos refletem o momento pelo qual passa o time do Paysandu.
Dá pra ter fé no time bicolor?
Se for heresia, perdão, penso que Deus – o rico, poderoso e festeiro – não ajuda incompetente.
Em campo o time bicolor não me transmite fé, e, nos bastidores, vinga o amor e o ódio entre os homens.
Ah, mais uma vez perdão, porque “fé é ver o invisível; pensar no indescritível e receber o impensável”.
Para Eliércio Santino, “o Paysandu é o time das causas impossíveis”. Pelo passado do Clube, tem pertinência a máxima do “venenoso”, mas penso, que até ele, com este time do Paysandu, anda desconfiado.
Abraão é o pai da fé, porque confiou em demasia em Deus, largando sua terra em busca da prometida e o sacrifício de seu filho, Isaque, foi o ponto alto da sua fé. Foi um vencedor!
Você que “milê”, que quer ver o Paysandu na B, em 2026, a fé pode fazer a diferença na realização do milagre, em momento de Círio de Nazaré?
“Anda com fé eu vou que a fé não costuma falhar”, canta o cancioneiro popular. Com este time alviceleste, a “fé pode falhar”?
Por mais que em mim haja a “síndrome de Pollyanna” (otimismo excessivo), naquilo que desejo (a permanência do PSC na B), minha fé é menos do que sou.
Pela fé, oh, Virgem Nossa Senhora de Nazaré, dê aos bicolores lucidez, esperança e capacidade para administrar o Papão. (Foto: Google)
É o que há!
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