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VITÓRIA! VITÓRIA E VITÓRIA!

Dos sete jogo que restam ao Paysandu, o time tem que vencer sete.
Matematicamente, ainda há esperança de o “lobo” se salvar.
Ouvi de um “lobo de fina pelugem” que o erro da administração Roger Aguilera foi dá preferência ao pagamento das dívidas.
“Clube não paga dívida, deixa rolar”, expressou-se na sede por ocasião do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
Não há como negar, que a diretoria cometeu erros nas contratações, mas nunca, penso eu, deixar de pagar o que deve; esta ideia estereotipada vingou em tempos passados, mas agora não dá mais…
Clube que não paga o que deve, a justiça abate.
Pra não ser abatido, no RE-PA, só há uma saída para o Paysandu: vencer!
“A única alternativa que nós temos é continuar a caminhada; temos 7 jogos para ganhar 6, mas enquanto temos chances, nós temos que acreditar e trabalharmos para isso; não tem outra saída”, pontuo técnico Marcio Fernandes em coletiva.
“Se seu adversário estiver à vontade, não lhe dê trégua”, afirma Sun Tzu no seu “A Arte da Guerra”.
Neste RE-PA, time bicolor tem que ser resiliente: enfrentar o Leão Azul é um desafio. Ao Paysandu cabe partir pra ação.
“Reconhece a queda/E não desanima/Levanta, sacode a poeira/E dá a volta por cima”, “professor Márcio Fernandes.
Em todos os RE-PAs, a questão fundamental é a vitória, mas este tem um quê especialíssimo: a sobrevivência do Paysandu.
É o que há!
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