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REMO, O “MEFIBOSETE”

O Remo de hoje me faz lembrar do personagem bíblico Mefibosete.
Homem de linhagem real de Israel, mas que comeu rato e tomou água de esgoto por muito tempo: “Colecionador de traumas”.
“Aleijado de ambos os pés”, Mefibosete caiu no esquecimento da sociedade da época, todavia, um dia, o rei Davi se lembrou dele e mandou chamá-lo. Mefibosete empinou a curica e sua vida mudou de uma hora pra outra. (2 Samuel 9:7).
É ou não é o time do Remo?
A plutocracia do futebol quer o Remo. Entre os 20 da badalada e milionária série A do futebol brasileiro, o Remo não poderá ter patrocínio de R$ 1,5 mi estampado no peito.
Para 2026 o planejamento orçamentário está sobre a mesa do presidente Antônio Carlos Teixeira avaliado em R$ 180 mi podendo chegar aos 200 milhões de reais.
Um jovem atleta de 17 anos está no Baenão oriundo do Orlando City Soccer Club da cidade de Orlando, Flórida.
O atleta poderá ser aproveitado na Copinha Paulista de 2026 e se vingar fará parte do elenco profissional.
Grande nome, que marcou a temporada paraense, deve pintar no Baenão. Marcos Braz e o empresário do jogador estão tratando dos acertos financeiros.
Mudanças estruturais na administração azulina com a chegada de profissionais que deverão comandar marketing e planejamento.
Remo é o “Mefibosete” do futebol brasileiro.
Domingo, 30, no SHOW DE BOLA da Rádio e TV Marajoara canal 50.1, a presença do presidente Antônio Carlos Teixeira.
Este velho jornalista diplomado estará apresentando o programa vestido com a camisa azulina.
É o que há!
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