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LINGUAGENS IRREAIS

A imensa plutocracia que é o futebol encampa interesses benéficos, escusos, econômicos e políticos.
Em alguns casos o que importa é o interesse promocional, o próprio bolso, e o do clube que se dane.
“O brasileiro é o maior jogador de futebol do mundo”, e quem assim se expressou referiu-se à “rasteira”.
Em mundos diferentes, PSC e CR vivem seus “sertões” com inquietações judiciais às portas e os jurídicos das “locomotivas” recorrendo a fim de estancar às determinações judiciais – em esferas diferentes.
Nem tanto dentro de campo, mas fora das 4 linhas valem às “caneladas”, em busca das devidas “pacoteiras” …
Adendo: No momento que redijo estas linhas toca o celular: “Jurídico bicolor reverteu e conseguiu cassar a liminar”. Méritos! Reunião do CONDEL bicolor efetivou-se…
Na Curuzu, o maior “desastre” – Rossi – propôs receber a metade do salário para terminar o contrato firmado até dezembro de 2026.
Há diretor que não o quer no vestiário, porque tem a fama de ser desagregador. O jurídico que se vire para encontrar solução que seja ótima para o clube…
Em se tratando de Remo, a linguagem de alguns “influenciadores” não corresponde a imagem do real em relação ao relacionamento do presidente Antônio Carlos Teixeira e o executivo Marcos Braz, o condutor do Remo à elite do futebol brasileiro.
Em silêncio, o executivo e o dono do trono azulino trabalham em prol do CR. (Foto: Samara Miranda)
É o que há!
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