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CASA DA MOEDA X CATADORES DE MOEDAS

Pelo meu miolo mole passa um turbilhão de conflitos sobre o futebol paraense e alguns dos seus personagens.
Às vezes penso em não visualizar redes sociais, porque na maioria das vezes confunde a gente, mas não devo, em hipótese alguma, querer perfeição num mundo em que a vaidade individual é evidente: é mais para aparecer do que para informar.
“Tem patrocínio BET e patrocínio JOB”; “Que vergonha!!! Afff”, algumas das insatisfações de torcedoras azulinas do patrocínio remista com “saite” de acompanhantes VIP.
Pra quem já viu pastor se vender por dois milhões de reais e transformar templo evangélico em festa profana; outro líder religioso e político é useiro e vezeiro em se envolver nos escândalos financeiros como o de 2018, a “máfia das ambulâncias”, e agora este mesmo “camelô da fé” está todo enrolado no desvio de 10 milhões de reais da sua igreja, então o patrocínio do Remo com “saite” de “primas” é café pequeno, mesmo sabendo que há remista que vive com o terço na mão e que vai à igreja todo domingo prestar conta com Deus dos seus atos.
Ah, velho rabugento, deixa rolar!
No aeroporto de Belém, à noite de quinta-feira, 22, esperando pelo Picco, em papo com um e outro leonino, indaguei sobre André Alves, o CEO, e o Marcos Braz, o dirigente que revolucionou o futebol paraense, colocando o Remo na elite do futebol brasileiro.
“Os dois deixaram de ter contratos com o Remo, e são prestadores de serviços: Alves, na sede, e Braz, no Baenão”, disse. “Então, tá legal!”, respondi.
À tarde de sexta-feira, 23, na Curuzu, em coletiva do técnico Júnior Rocha, indaguei a ele o que será enfrentar jogador avaliado em 9 milhões de reais.
“Pra cada situação temos planos de jogo”, respondeu o educado e metódico técnico bicolor.
Espero que o PARAZÃO deste ano, que começa neste sábado, 24, valha a pena a minha expectativa sobre a “casa da moeda” e os “catadores de moeda”.
É o que há!
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