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A JABUTICABEIRA E A BARRIGADA

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Gosto de entrevistar advogado Bruno Castro porque ele facilita o poder cognitivo do repórter.

Bruno Castro não se deixa enrodilhar diante de perguntas “apimentadas”. É rico em verdades que até então estavam escondidas.

“Paysandu é um clube que empurrar com a barriga suas dívidas, mas agora estou aqui para proteger a diretoria e solucionar o problema daqueles que desejam negociar com o Clube”, altaneiramente afirmou o “hulk” da Curuzu.

Esta expressão me faz lembrar de uma outra reflexiva: “Eu não resgato culpas, e sim culpados. Não elimino do mundo os culpados, senão às culpas”.

“Não importa apontar dedo pra diretorias passadas, o que interessa é engendrar um plano para pagar credores”, afirmou Castro, dando a ideia de que não vale punição aos culpados, mas sim a quitação dos débitos.

Portanto, entre punir culpados e passar uma borracha nos erros pretéritos, melhor é pagar o “pecado”.

No momento que a bancada do SHOW DE BOLA entrevistava o Dr. Bruno Castro, recebo, via “uatizap”, a informação, que me pedia sigilo quanto a autoria.

“Zé Maria, eu sou grande benemérito e já fui tudo no Paysandu, então, o erro do Roger Aguilera foi não ter usado o poder da caneta, e conversei com o presidente Marcio Tuma e avisei: “Use o poder da sua caneta, presidente; não permita que o “cão” que há na Curuzu lhe domine. Faça uso da sua caneta”. Eu, hein?!

Dívidas com o MP do Trabalho e com Procuradoria Geral do Estado (sobre aluguel do Mangueirão, nos 4 jogos da Libertadores da América) estão sendo equacionadas com às autoridades competentes.

“O Pikachu não tem nada a ver com o processo que está na justiça sob sigilo, mas a diretoria pediu ao juiz que a demanda se torne pública para que o torcedor bicolor conheça os personagens dessa história”, pontuou Bruno Castro.

“Hulk” revelou um aspecto particular na Curuzu, que parece mais com uma parábula com tom irônico: “Na Curuzu tem uma jabuticabeira que só dá jabuticaba, não dá outra fruta”.

Advogado Bruno Castro não aponta dedo, não discute, limita-se a doutrinar através do conhecimento jurídico, protegendo sua diretoria a não cometer desatinos e pagando a quem deve.

Espero que não apareça nenhum “arrombador” com o ódio de querer me processar.

É o que há!

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