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FENÔMENO AZUL

No momento que a diretoria do CR lança o Sócio Torcedor “Fenômeno Azul”, lembro do professor, advogado e radialista Guilherme Tadeu.
A sacada do marketing azulino é merecedor de encômios, porque já são mais de 6 mil azulinos que aderiram ao plano.
Há vinte anos, num sábado à tarde de 2006, no programa SABADÃO LIBERAL, Guilherme Tadeu entrevistava o presidente Rafael Levy e Orlando Ruffeil diretamente do estúdio da Rádio Liberal, e, em dado momento, Tadeu se referiu ao torcedor azulino, que lotava o Mangueirão nos jogos do Remo, como um “FENÔMENO AZUL”, e o presidente Rafael Levy comprou a ideia, e, passados alguns dias, lançou uma camisa com a expressão escrita no peitoral, e pegou, caindo no gosto da galera.
Paulo Caxiado, repórter da Rádio Clube, num cinismo deslavado, passou a anunciar em seus programas na Rádio Clube do Pará, tomando pra si a criação de Guilherme Tadeu.
Ainda lúcido, quando morava em
Belém, entrevistei Guilherme Tadeu que humildemente referendou a patente da expressão saindo da sua lavra criativa, e não da microcefalia “caxiadiana”.
Orlando Ruffeil, testemunha visual e auricular da fertilidade cerebral de Guilherme Tadeu, telefona para o glorioso e alma bondosa Guilherme Guerreiro e revela a verdade sobre o epíteto azulino, fazendo ver ao chefe da equipe de esportes da Rádio Clube que o seu repórter estava falseando a verdade sobre a criação da FENÔMENO AZUL, que é de Guilherme Tadeu.
Orlando Ruffeil em breve lançará a verdadeira história do RE-PA, e numa das páginas a ideia, a verdade, a explosão espontânea de Guilherme Tadeu, que hoje vive sem memória, mas ainda tem eu e o Ruffeil pra defender a sua capacidade de inventar.
No livro de Ruffeil, a verdade sobre a figura do LEÃO AZUL, que está num pedestal no campo do Remo: quem esculpiu e de onde veio.
Enquanto vive de forma a depender de parentes, diretoria azulina deveria homenagear o verdadeiro pai da “Fenômeno Azul”, Guilherme Tadeu.
É o que há!
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