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QUE FALTA FAZ UM “PROFESSOR”

2 a 0 para o Cametá contra o Paysandu pelo parazão.
Pela elite do brasileiro, Atlético-MG empata com o CR em 3 a 3.
As duas “locomotivas” do nosso futebol não começam bem a temporada, preocupando-se muito mais com o RE-PA.
PSC é um misto de “coragem e necessidade” de se manter vivo no futebol paraense, aos trancos e barrancos.
Remo vive a indecisão de mandar embora o técnico Osório, que, mesmo empatando e por pouco não ganhou 3 pontos, seu time demonstra não ter repertório tático, linhas são espaçadas e desorganização coletiva.
É verdade que o galo mineiro teve volume de jogo, foi dominante no início da partida, perdeu gols de carrada pela falta de boa pontaria de Cuella.
De cara, Hulk, aos 20 minutos abriu o placar fazendo 1 a 0.
Jacaré que dorme vira bolsa de madame, e o Remo começou a aparecer com Alef Manga, que desperdiça o empate de cara para o gol atleticano.
O primeiro tempo termia empatado, após indecisão da zaga atleticana, Vitor Bueno empata, aos 42 minutos: 1 a 1.
Na volta para o segundo tempo, Remo volta intenso, e a linha defensiva do time mineiro apresentava deficiência, dando brecha para que Patrick de Paula explorasse espaços vazios para se tornar o cara do jogo.
Pressão total azulina. Picco faz 2 a 1, mas o varista Rodrigo Guarizo bola na mão de João Pedro. Gol anulado.
Diego Henrique entra no posto de João Pedro e inferniza o lado direito atleticano, levando perigo para Emerson.
Segundo gol do Atlético surgiu de cobrança de falta para o cabeceio certeiro de Ruan.
Scarpa entra no lugar de Cuello; Pikachu no de Vitor Bueno e os dois dão dinamismo aos sistemas ofensivos das equipe.
Numa esticada de Patrik de Paula, Pikachu avança e chute forte para empatar a partida em 2 a 2.
Alef Manga, aos 47, faz CR 3 e 2.
Dudu, que substituiu Preciado, aos 53 empata a partida, em falha coletiva da zaga azulina.
Remo tem elenco, mas não tem “professor” de futebol.
É o que há!
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