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PSICOLOGICAMENTE, INCORRETO

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Não é de hoje que Belém é rejeitada por técnicos de futebol e esposas de jogadores.
2024: diretoria bicolor acertou tudo com o Vágner Love, mas a esposa quando soube que era para morar em Belém, recusou-se a acompanhar o marido. Love preferiu o Sport Recife.
Fonte real me diz: “O Tonhão está puto da vida com o Osório, desde que ele desobedeceu a ordem de colocar time titular contra o Paysandu, mas os caras não querem vir pra Belém”.
Técnico Martín Palermo, 53 anos, foi contactado pela diretoria remista e se mostrou desinteressado em andar por Belém do Pará.
“Belém é muito distante”, disse o técnico argentino, dispensando a “pacoteira” do dono da “casa da moeda”.
Léo Condé, 47 anos, não aceitou treinar o Clube do Remo, preferiu desculpa simples: “Agora, não dá”.
Diretoria está interessada nas contratações de um lateral esquerdo e um atacante, e não tem sido fácil.
Cláudio Spinelli, 28 anos, atacante argentino, acerta base financeira com a diretoria leonina, no entanto quando o atleta comunica a esposa, esta disse: “Pra Belém não vou”.
Spinelli preferiu o Rio de Janeiro para ganhar menos no Vasco da Gama do que receberia no Remo.
Não é só a distância e a falta de praias que incomodam técnicos e esposas de jogadores, são as gostosinhas que abundam em Belém.
Quando repórter policial, no Diário do Pará, certa vez indaguei a um policial como fazia para domar cães e cavalos: “Psicologicamente, trabalho para ‘inculcar no animal’ os hábitos desejados. Insisto até que ele se torne amestrado”. Então, tá legal, ou pira paz, não quero mais!
É o que há!
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