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CASA FARTA E “MILHÃO” PARA ALGUNS…

Tenho a chave para entender o relacionamento do Diego Hernandez com o Clube do Remo.
Entre os dois – jogador e clube – há uma imensa porta para a entrada das negociações.
Depois de muita “perseguição”, chego ao empresário que cuida do futuro financeiro de Diego Hernandez, o educado Dan Kozik, que me fez revelações inquietantes.
“Marcos Braz foi muito importante nas negociações, passando um mês para convencer jogador, o pai e a esposa a virem pra Belém, e não sei porque o Braz não continuou no CR”, revelou-me Dan.
Sabendo que o impasse está no salário que o Remo paga ao atleta (que não é da minha conta e nem desejo saber), indago ao Dan da possibilidade de um acordo agora com a nova direção executiva do futebol azulino.
“Recebemos proposta do CR com a duração contratual de 3 anos, e não nos foi satisfatória, porque não atende aos interesses de valorização de um atleta de 25 anos, que quer ficar em Belém, deseja que sua esposa (que está gestante) tenha uma filha paraense, mas não está havendo reconhecimento do Remo”, confirmou o empresário.
Ao perceber que Dan não tergiversa, indago se as novas contratações azulina não mexem com a cabeça do jogador.
“Os caras que estão chegando no Baenão ganham um bom dinheiro, e o Diego que colaborou com a ascensão do time, está sendo desvalorizado. Sei que a prioridade é do Remo, mas o clube tem que valorizar o seu atleta jovem, que tem clube da A, no Brasil, e no exterior interessado no seu futebol”, concluiu Dan.
De minha parte, pelo que tenho visto, Diego Hernandez joga com a faca nos dentes e há sinergia entre ele e a “Fenômeno Azul”.
Futebol é um grande espetáculo, e, como negócio, é uma imensa plutocracia, e como o Remo tem a “casa da moeda” será fácil entender e resolver o interesse do jogador: que é ganhar o que Pikachu, Picco e outros ganham.
Ano passado, na Curuzu, o Paysandu pagou caro por contratar Rossi, que além de não ter tônus muscular, era mal visto pelo elenco, e em campo vimos o que aconteceu.
É o que há!
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