Uncategorized
A SANGUE-FRIO

“Casa farta e “milhão” para alguns” deu o que falar.
Remistas conscientes bateram palmas, mas os odientos me chamaram de “mucurento invejoso”.
“Não julgueis que vim para destruir a lei ou os profetas: não vim para destruir, mas sim para cumprir”, está no maior compendio de sabedoria que eu conheço, a Bíblia.
Na qualidade de jornalista esportivo diplomado é minha função respeitar a verdade – doa a quem doer.
Não faço jornalismo de fancaria e nem “acho”: penso, busco e contacto com fontes reais que possam substantivar meus textos.
Ajo a “sangue-frio”, porque o jornalismo “pau mandado” é um negócio arriscado como alguns autodenominados jornalistas estão agindo em Belém.
Sávio criticou o técnico Osório no microfone do monstrinho. O lateral foi punido pela diretoria? Não! Não sofreu penalidade porque foi “direcionado” pelo “Potosí”, que põe a “baba” no Baenão e não tolera mais o “xaropinho”, mas não tem coragem de mandar o técnico embora.
Concordo que o técnico Osório perdeu o vestiário com a escalação de time B para o Parazão. Nenhum jogador “traga” time de suplentes, principalmente no Remo, que Pavani, Panagiots, Sávio, Diego Hernandes foram essenciais na ascensão azulina à A do Brasileiro.
Remo não tem liderança dentro e fora de campo. E temo por uma gestão temerária, se o CR não permanecer na A ano que vem.
Jogador acima de 35 anos ganhando o triplo do que percebe o jovem de 25 anos, Diego Hernandes. Este fator está escancarado no Baenão e alguns “fingirão que jogam”.
Não morro de amores por Marcos Braz e quem me disse que ele foi essencial na presença de Diego Hernandez, no Baenão, foi o empresário Dan Kozik.
Aliás, o “plataforma” que lançou o CR à A está voltando a Belém.
“Todo o que matar de caso pensado um homem, será também morto”.
É o que há!
![]()
