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A VOZ DO SILÊNCIO

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Há muitos exemplos sobre o comportamento do silêncio.

“Por que não calar para ouvir as ondas do nada?”

“Só se comenta um silêncio com outro silêncio”, diz Millôr Fernandes.

A diretoria bicolor foi fartamente “quietinha” diante dos desrespeitos, humilhações e achincalhes que o Paysandu sofreu no início deste ano, vindo de todos os lados, inclusive de alguns autodenominados jornalistas esportivos.

A ordem na Curuzu era pra não responder; aproveitar o que há de bom dentro do clube: o silêncio, o trabalho e se fortalecer nos pilares deixado por Roger Aguilera.

O ex-presidente, antes da renúncia, contratou o executivo Marcelo Santana e o técnico Júnior Rocha; convidou Alberto Maia para gerir o futebol, e o principal feito: trouxe para dentro do Clube o cerebral advogado Bruno Castro para comandar o jurídico bicolor.

Por sua vez, Maia veio acompanhado da alma bondosa Vandik e da docilidade de pessoa Ícaro Sereni.

Sem dinheiro para contratar, presidente Marcio Tuma acreditou nos meninos da base (11), sem antes devotar confiança nos seus “pilares”:  Marcelo Santana, júnior Rocha, Leonardo Cupertino (preparador físico), Alberto Maia, Vandik e Bruno Castro, o “Hulk da Curuzu.

Quando Maia pisou na Curuzu, monstrinho e impiedosos telefonaram pro Roger e afirmaram que o “Paysandu estava f…”, porque o ex-presidente não lhes eram simpático.

A ordem era pra não responder.

“Família de ladrões tem dentro do PSC”, afirmaram em redes sociais.

Não houve resposta.

Sexta-feira, 6, a fiscal judiciária, Natália Pimentel Lopes, da Líderes em Recuperação Judicial, Falência e Consultoria LTDA, fez a sua primeira visita à Curuzu e encontrou tudo o que era necessário para o seu primeiro parecer à autoridade judicial, que decretou a RJ do PSC.

Neste mesmo dia, clube paga jogadores e comissão técnica o que tem de pagar, porque “homem endinheirado é outro homem”.

Enquanto isso a “cavalaria” rondava a Curuzu, mas no front de batalha havia um “Alexandre, O Grande”.

Eliércio Santino, com sua fertilidade cerebral, me disse que o futebol paraense tem um novo “iluminado”, o presidente Márcio Tuma. Respondi: a diferença é que Rui Sales não tinha dinheiro, mas era articulado; Marcio Tuma é um dos “baludos” da advocacia paraense.

“Vai descansar, velho”, disse-me Soares!

Como, Eliércio, se escrever é um apostolado na minha vida? E neste momento, pulo da cama, porque acredito que o Paysandu é o clube das “causas impossíveis”.

Ô Tia Maria! Seus ditos ecoam até hoje no meu “HD”: “Não construa o seu império sobre a ruína do império dos outros”. Mas que verdadeiro. (Foto: Toti – AI do PSC)

É o que há!

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