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GENIALIDADE

“Leva ele pra tua casa”, deverão dizer.
Como em mim não há pensamentos abstratos, se dependesse do meu juízo de valor, convocaria, sim, Neymar para compor o elenco da seleção canarinho.
Ao afirmar, no texto ao lado, que ele “pode tirar o cavalo da chuva”, referi-me à conduta exacerbada do atleta Neymar ao ser empurrado, pelas costas, por Diego Hernandez, do CR, e, mesmo sendo “vítima”, levou cartão amarelo pela forma arrogante como revidou a falta, sendo pivô de confusão generalizada. Fica fora do jogo contra o Flamengo, domingo. Então, penso que ele foi provocativo. Foi irresponsável. Essa conduta os técnicos não toleram.
Nos gênios da bola há algumas características que não há em outros atletas: a bola é “namorada” do pés, “a linha reta não sonha”, e a primordial “antevisão” do lance.
Foram as antevisões de dois lances que Neymar acabou com o Remo. Se não fosse essa qualidade, o péssimo jogo, tecnicamente, seria zero a zero.
A genialidade aflora, conhecendo o momento do mundo que está em sua volta. Para os especialistas este rasgo de luminosidade é chamado de “inteligência cinestésica”.
O gênio sabe, sabendo e não tem explicação.
E já que o tema é genialidade, no Remo há um geniozinho, Gustavinho, 9 anos, que o mundo da bola está de olho para a “Cria Azulina”.
Palmeiras e Flamengo estão tentando “iludir” a família. Dona Kátia, a mãe de Gustavinho, e o vice-presidente remista, Milton Campos, estão fechados com os representantes do Grupo City, que é dono do Bahia.
É o que há!
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