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RODA DE BOBO, A BÍBLIA DE JUNIOR ROCHA

Fui a Val-de-Cães para ver a satisfação da comissão técnica, dos jogadores e da diretoria após goleada de 5 a 1 no Águia de Marabá.
Cumprimentando os repórteres, que o cercavam para as entrevistas, Junior Costa, educadamente nos atendeu.
Fazendo rodar seu elenco na Copa Norte, técnico bicolor não abriu mão do seu propósito de dar sequência aos jogadores, como aconteceu contra o Águia: 6 reservas entraram jogando.
“Surpreenderam porque suportamos a pressão e o time virou ainda no primeiro tempo”, disse Rocha.
Indagado sobre os 30 minutos de roda de bobo (rondo na Europa), antes dos coletivos, Junior disse que este exercício faz com que os “atletas robotizem as jogadas, tocando a bola e exercitando a perfeição técnica num pequeno espaço e num toque”.
Pelo que me disse, a “roda de bobo” é sua “bíblia”. Atividade em forma de roda, onde se trabalha a alta intensidade com força e resistência, além da visibilidade do colega que está mais próximo para receber a bola em apenas um toque.
Junior Rocha entra na cabeça do seu time e os jogadores, assim sendo, cada um se torna excepcional no elenco em que a vaidade está na harmonia do grupo.
A diretoria, na pessoa do presidente Marcio Tuma, feliz da vida, porque os desafios têm sido fenomenais em campo e na gestão do clube.
É o que há!
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