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PREGO BATIDO E PONTA VIRADA

No direito desportivo o PSC tem o “hulk” Bruno Castro.
No gerenciamento do clube, o estrategista “Davi” Márcio Tuma.
Igual o personagem bíblico ou o brasileiro, considerado o maior empreendedor do seu tempo, Visconde de Mauá(1831-1889), o Paysandu está dando a volta por cima. Disso, não tenho dúvida!
Na chegada da delegação bicolor, após goleada sobre o Águia de Marabá, fui a Val-de-Cães para falar com o presidente Márcio Tuma.
Na minha cabeça o tema da casa comprada. Ao me ver, o dono do trono bicolor sorriu me dizendo: “Como tu anunciaste, vou comprar a casa”. Então, a “loba” estava mais que laçada, pensei.
Parabenizei o presidente. “Zé, dá um tempinho, que preciso levar ao CONDEL – Conselho Deliberativo do PSC – o assunto. Depois te dou entrevista”.
A compra da casa apensa ao muro da Curuzu, pelo lado da travessa do Chaco, não foi discutida, foi aprovada por 39 conselheiros, dos 40 presente à reunião.
Apenas um se absteve, dizendo que “primeiro a gente sabe das coisas do Paysandu por intermédio de um jornalista”, reclamou inconformado conselheiro.
Adendo: indiretamente, falou deste velho jornalista que é dono deste “condomínio” digital.
Márcio Tuma ao falar à plateia foi aplaudido.
O imóvel custou 600 mil reais e deverá servir – a princípio -, após reforma, à base do Clube, que deu as maiores glórias – e continua dando – para o futebol da Amazônia.
Para Eliércio Santino: “O clube das causas impossíveis”.
De Manaus, Dr. Rui Mendonça diz: “O Paysandu é igual carro elétrico: não faz barulho, mas tem muita força”.
Pelos próximos dias, diretoria bicolor terá “muita lenha para queimar”, causando surpresa nos incrédulos.
É o que há!
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