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JOGO DE ERROS

Só não erra quem não faz nada.
Henry Ford quando criou seu primeiro carro, em 1899, não tinha marcha à ré.
O homem, ser indefinido, erra. E como erra.
Por xingar o árbitro Rafael Rodrigo Klein (RS), presidente Antônio Carlos Teixeira errou e foi punido pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) por 60 dias. Recorrerá.
Em muitas vezes o erro é subjetivo, principalmente em processos jurídicos. Não se vê, mas está nas entrelinhas.
Advogado trabalhista louvado, que prefere o anonimato, mas é rico de conhecimento jurídico e “baludo”, ao se encontrar comigo, na manhã de hoje, em clínica fisioterápica, me disse: “Zé, pelo que li no teu blogue, no processo Pikachu, há um erro técnico: o jogador, o produto da negociação, não anuiu a transação, se não assinou, azar de quem comprou”.
Conversa vai, conversa vem, insisto na questão de quem será o perdedor.
“Dificilmente, o Paysandu perde aqui, e a questão vai parar na corte superior”.
Para este velho jornalista, que vi, dia 11, nos corredores da 12ª Vara Cível Empresarial de Belém, advogados trombudos (de uma parte); sorrindo (do outro lado), não tenho dúvida de que somente o amor e a verdade sobreviverão.
Se na justiça há erros técnicos, em campo, “o futebol é um jogo de erros”.
É o que há!
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