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BAFEJADOS PELA SORTE

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Lobo congelou na Serra Gaúcha.

Perde de 2 a 0, mas continua líder com 14 pontos.

Brusque perde para a Ferroviária de 1 a 0.

Bafejado pela sorte, Remo surpreende Chapecoense.

Leão Azul vence de 3 a 2 e diminui a distância da 16ª colocação.

Marcelo Cabo não permitiu que a bola chegasse no Marcinho, e o meio-campo bicolor não saiu da forte marcação.

Na Arena Condá, Remo aproveita falha da zaga da Chapecoense e, em lançamento nas costas dos zagueiros, Pikachu surge livre para marcar 1 a 0, aos 16 minutos.

No Centenário, na Serra Gaúcha, com frio de bater o queixo, Calyson cruza para o cabeceio de Ravaneli fazer 1 a 0.

Chapecoense tinha o controle da bola, e, aos 23 minutos, Bruno Pacheco cruza para a finalização de Neto Pessoa: 1 a 1.

Árbitro Wagner Francisco não marcou a penalidade de Ianson sobre Ítalo, aos 42 minutos, prejudicando o time bicolor.

De forma intensa começa a segunda etapa de Chapecoense e Remo.

Time catarinense parte pra cima e, aos 2 minutos, em jogada de Neto Pessoa, pelo lado esquerdo, Cavalheira finaliza fazendo 2 a 1 para o time da casa.

De cara com o goleiro Busato, Ítalo perde o que seria o gol de empate, aos 2 minutos.

Mas o jajá finalizou com perfeição para igualar a partida em 2 a 2.

Com as mudanças processadas, time bicolor deu a falsa impressão de tomar conta do jogo.

Caxias perdeu o meio-campo, e o Papão foi pra cima.

Remo mudou e buscou a vitória, e num lance bizarro, Bruno Leonardo, num lance em que a bola estava em direção ao goleiro, o zagueiro toca com o pé esquerdo na bola e “mata” goleiro Anderson: vitória remista por 3 a 2.

Aos 27 minutos, Gabriel Mesquita foi traído pelo golpe de vista: Salatiel penetra pela direita, chuta fraco e a bola passa na frente do goleiro bicolor se chocou no poste esquerdo e entrou: 2 a 0.

Aos 30 minutos, após sofrer falta de Gaspar, Pego reclama e, como já tinha sido amarelado, recebe o segundo e deixa o campo.

Meio-campo bicolor foi parado, e os alas não fizeram a ultrapassagem.

Contra a Chapecoense, Remo soube trabalhar a bola.

É o que há!

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