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AÍ TEM, ALBERTO MAIA

Vendo futebol, aprendi que a arte de jogo de bola é injusta, às vezes, mas se torna eficaz com quem não desperdiça oportunidades.
Daí surgiram expressões de que “quem não faz leva”; “a bola pune quem não é competente”.
Surpreendente! Estranho! Mistério! 5 derrotas em 7 jogos são presságios que me tocam de que se a diretoria não detectar o quê do “fenômeno” inusitado, na Curuzu, o time não se classifica.
Contra o horrível, tecnicamente, Ypiranga, de Erechim, time bicolor perdeu uma carrada de gols.
Foram 4 oportunidades: aos 8 minutos, Tayllon chutou goleiro rebateu e Pego, com gol escancarado, mete pra fora; 21 minutos, Juninho mete a bola no travessão após leve toque do goleiro Gabriel; o mesmo Juninho, aos 36 minutos chuta e a bola se choca no pé do poste esquerdo; na única oportunidade do time gaúcho aconteceu aos 36 minutos com Lucas Rafael chutando pra fora. E Pego, aos 45 minutos, carimba o poste, perdendo mais uma chance de gol.
Segundo tempo, Paysandu continuou melhor, mas foi o Renan Gorne quem teve a oportunidade de abrir o placar, aos 22 minutos, após cabeçada de Bruno Bispo com a bola sobrando para Renan Gorne, que chutou pra fora.
Aos 29, a sentença fatal para o time bicolor: Dudu, que entrara no lugar de Marcinho, invadiu a área bicolor pela direita, chuta e Gabriel Mesquita dá o rebote para Renan Gorne sacramentar a vitória do teime gaúcho: 1 a 0.
A partir do momento que os empresários passaram a cercar a Curuzu o time se encheu de “pernas”. Kleiton Pego, diz-que, tem clubes das séries A e B interessados no seu futebol, e, a partir daí, passou a perder gols de carrada; alguns jogadores que ainda não saíram do “cueiro” já têm agenciadores, ítalo anda puto porque é banco e chegou na Curuzu no momento difícil do time, e o Juninho chegou depois e tem a preferência do Júnior Rocha, que na minha opinião, não tem nada a ver com que se passa nos bastidores do elenco com a diretoria. (Foto: TOTI – AI do PSC)
É o que há!
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