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A OBSESSÃO DE RICARDO GLUCK PAUL

Vi um Ricardo Gluck Paul sereno e reflexivo.
Iniciando o novo período em 29 de junho, o presidente da FPF solicitou o cargo a todos os diretores da entidade, e que “não ‘queimará’ sua cabeça com sucessão”.
Contudo, o dono do trono federacionista mandou o recado: “Que não haja deslealdade”.
Se haverá mudanças na estrutura administrativa da federação, Paul preferiu a concisão: “Estou pensando”.
Dirigente da Federação Paraense de Futebol pensa em deixar, nos próximos 4 anos, um grande legado ao futebol paraense, e, por assim dizer, grandes eventos esportivos, a cada ano, em Belém do Pará.
A obsessão de Ricardo Gluck Paul é realizar um dos maiores sonhos do coronel Nunes, ex-federacionista, e chegou ao trono da CBF, que é a construção da nova sede da FPF, no CEJU – Centro da Juventude.
Sem receber uma “ana” da FPF, os presidentes das federações têm contratos de representatividades com a Confederação Brasileira de Futebol, daí vindo os vencimentos dos líderes federacionistas, que não é da minha conta saber dos valores.
Descontando os impostos, a FPF, mensalmente, recebe da CBF 120 mil reais, 5% dos borderôs dos jogos nacionais realizados no Pará e valores publicitários representando a receita da entidade, que passa por situação estável financeiramente.
“Para se ter o que nunca teve é necessário se fazer o que nunca fez’, diz um velho dito popular, e o presidente Ricardo Gluck Paul para ser o que é no esporte paraense teve que acender vela pra pessoas de almas bondosas e “monstrinhos” aproveitadores e impiedosos. O Zeca Pirão que o diga.
Sobre o aparelho de ultrassonografia que foi “guardado” na sede da FPF, a “entidade entrará no processo”, simples.
É o que há!
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