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O PODERIO AMERICANO

A Copa do Mundo de Futebol que terminou neste domingo, com a Espanha campeã, mostrou ao mundo o poderio dos EUA.
Em 2014, no Brasil, a FIFA rasgou o Estatuto do Torcedor, que proibia venda de cerveja nos campos de futebol brasileiros.
Governo federal flexibilizou a lei para “agradar” a poderosa FIFA, na Copa do Mundo daquele ano, com sede base no Rio de Janeiro. Eu estava lá!
Nos EUA, a FIFA teve que se render às normas do governo Trump: árbitro Somali Omar Artan foi proibido de entrar no país e voltou na mesma pisada; seleção do Irã não entrou na América do Norte, e participou da Copa tendo como base a cidade mexicana de Tijuana, e a maior desmoralização do futebol: Comitê Disciplinar da FIFA se rendeu ao pedido do Trump de anular o cartão vermelho do jogador americano Folarin Balogun aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus jogo dos americanos contra a Bósnia e Herzegovina. No jogo seguinte, contra a Bélgica, o gostosinhos estava em campo.
A Federação Internacional de Futebol não é só futebol: é uma entidade política que se arrega conforme seus interesses.
Em campo, a Espanha campeoníssima com todos os méritos, porque tem repertório tático, técnico e emocional.
No entanto, o técnico Luis de La Fuente deverá revelar um camisa 9 que sinta faro de gol, o que faltou na partida contra a Argentina.
Espanha dominou, teve posse de bola, marcou Messi e cia no seu campo, Rodri não errou nenhum passe, achatou o time de Lionel Scaloni, mas faltou um atacante “matador”.
Passou a geração do genial Messi e chega à de Yamal com muito talento.
À CBF a determinação de renovar tudo, passando pela gestão e a descoberta de valores que poderão nos representar em 2030.
É o que há!
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