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Ô “estuprada” paidégua
À época do presidente Artur Tourinho (2001/06), time bicolor jogava no Mangueirão e não paga taxa de aluguel.
O tambor que batia na Curuzu, ressoava no Baenão.
Em 2003, josé Ângelo Miranda chega à Secretaria de Esporte e Lazer e se depara com os débitos das duas “Locomotivas”.
Os presidentes de PSC e CR são comunicados das dívidas e não deram atenção.
Zé Ângelo, após parecer da assessoria jurídica da SEEL, manda à Procuradoria Geral do Estado (PGE) os processos.
Pelo que me foi informado, advogado do Paysandu, Alberto Maia, não preparou a defesa do Clube e foi julgado à revelia.
Agora, o “estupro” se consumou: Estado cobra do PSC R$ 1.965.000,00 (Um milhão, novecentos e sessenta e cinco mil reais).
Diretoria do Paysandu se fecha em copas.
É o que há!
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