ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Real e invisível
Volto a sentir o cheiro do médico Diego Pacheco, o que me “riscou” com seu bisturi venturoso, no dia 12 de agosto.
Falando de humanidade, disse-me Pacheco que “a pandemia não foi de tudo ruim, porque mostrou o lado humano de muitas pessoas”.
Minha resposta: “Você é um desses humanista. Minha gratidão, Dr. Diego, porque eu não tinha dinheiro pra lhe pagar e você foi generoso comigo. Você me serviu e hoje sou um ageísta feliz. Eu estava, clinicamente, desamparado, mas o meu Deus – que é rico, poderoso e festeiro – me colocou à sua frente”. “Foi prazeroso lhe servir, porque aonde chego os colegas me dizem: “Operaste o Tudão. Até no estádio, em Santa Catarina, me falaram do Tudão e Tudinho. Obrigado”.
Em “Teologia da Esperança” (1964), Jurgen Moltmann revelou: “Afinal, um Deus sem futuro leva a um futuro sem Deus e, portanto, a nenhum futuro”. Tive – e tenho – futuro – pelos parceiros que me deram seus “cobertores” para me proteger do “frio”.
Bolsonaro, Lula, Helder Barbalho, Zequinha Marinho e outros políticos foram temas da nossa prosa respeitosa. Comungamos em 90% dos ideais políticos…
– E o Felipe, Tudão, vai encarar a máquina? – indagou.
– Pelo que sei, ele está disposto!
– Tudão, amanhã (sexta-feira,30), haverá reunião: Tony Couceiro convocou Felipe Fernandes e Maurício Ettinger para uma conversa sobre o apoio maciço à chapa do Maurício que terá Roger Aguilera e Fred Cabral. Os Couceiros, Rui Sales e a família Aguilera estão unidos para reeleger Maurício. Se não ceder, Felipe enfrentará uma máquina.
– Você vota em quem, dr? – Indaguei.
– Se não houver composição, eu e meus amigos de camarote – todos médicos – votaremos no Felipe.
A eleição para presidente do Paysandu terá uma “realidade” que não “veremos”, porque os dois – Maurício Ettinger e Felipe Fernandes – são equilibradíssimos, e, portanto, carácteres herméticos.
Os dois – se baterem chapas – não exporão às mazelas da Instituição.
Felipe desgruda do grupo de Maurício sem transparecer mágoas, e sabe do poder de fogo da máquina que protege o presidente. Felipe não é ingênuo, embora, pareça-me fazer o jogo de Pollyanna, “o do contente”, para ser feliz na lá frente.
É o que há!
![]()
