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PSC DEVERIA RESPONSABILIZAR “ESTUPRADORES”

Passados 10 anos, finalmente, chega no TJP ação que cobra R$ 50 mi do PSC.
Ação impetrada pela advogada Armineyde Abtibol, com escritório no Rio de Janeiro, defende interesses do empresário Luiz Henrique de Oliveira, que, em 2012, comprou direitos econômicos do lateral Yago Pikachu, e hoje joga no futebol japonês, depois de passar por Vasco da Gama-RJ e Fortaleza-CE.
Luiz Omar, presidente alviceleste à época, confirma que vendeu o lateral para a empresa BIG SISTEMAS DE SEGURANÇA COMÉRCIO DE SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA por R$ 700 mil, dinheiro que caiu na conta particular de terceiro, duas parcelas, e uma paga em dinheiro vivo direto para o cartola, mas que o “valor foi utilizado no Clube”.
Primeira parcela: R$ 200 mil (21.11.2012); segunda: R$ 250 mil (21.12.2012); terceira caiu nas mãos de Luiz Omar Pinheiro: R$ 250 mil (27.12.2012).
Vandik assume Paysandu em 2013 e não cumpre acordo firmado por Luiz Omar, alegando que não houve anuência do atleta e do pai, o procurador cabo-PM-PA Lisboa.
Pikachu tem contrato renovado com o Papão, mas o seu pai havia recebido R$ 30 mil como “luvas” do filho das mãos do investidor Luiz Henrique.
Vandik, Alberto Maia, Sérgio Serra, Tony Couceiro, Ricardo Gluck Paul, ex-presidentes do PSC, foram contactados pelo empresário Luiz Henrique e fizeram ouvido de marcador, não dando a devida atenção para o caso.
Por último, recentemente, Luiz Henrique e advogada Armineyde Abtibol estiveram em Belém e reuniram com a atual diretoria, mas as tratativas para um acordo não avançaram.
Agora, é a justiça cível paraense que julgará o processo, que foi protocolado na sexta-feira, 7, e correrá em segredo de justiça.
Penso que o Paysandu, através da sua diretoria, deveria responsabilizar civilmente e administrativamente os que, por ação ou omissão, deixaram acontecer o “estupro”, inclusive o pai do jogador, que recebeu compensação financeira por ter acordado com a negociação do seu filho entre o Luiz Omar e o empresário Luiz Henrique.
E na 3ª Vara Cível da Fazenda, em ação encabeçada pelo ex-secretário de Esport e Lazer, José Ângelo Miranda, que acionou a Procuradoria Geral do Estado – PGE, em 2003, porque, à época do presidente Artur Tourinho, Paysandu jogava no Mangueirão e não pagava aluguel, hoje, ação avaliada, em R$ 1.9 mi.
Na qualidade de gestor público, Miranda agiu corretamente.
P.S: De José Ângelo Miranda recebo pedido de correção: “A dívida é de 2002, qdo SEEL cobrava 10% da renda. Ao assumir a SEEL, em 01.01.2003 foi mostrado ao Gov. Jatene a necessidade de reduzir a taxa para R$ 8.000,00 fixo e R$ 2.000.00 quando os jogos fossem noturnos.
Ainda bem, que José Ângelo Miranda não questiona que foi ele, enquanto dono do trono da SEEL, que descobriu os débitos de CR e PSC e os encaminou à PGE. À dívida do CR, estou a bisbilhotar.
É o que há!
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