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O PINTO E O PATO

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Técnico Hélio dos Anjos cobra 600 mil reais do Paysandu.

Estado ajuíza ação de R$ 1,9 mi do Papão, por jogar no Mangueirão e não pagar aluguel, à época do presidente Artur Tourinho.

Por ter comprado os direitos econômicos do lateral Yago Pikachu, em final de 2012, e não ter recebido o produto da compra, empresário Luiz Henrique de Oliveira cobra 40 milhões de reais do Paysandu.

Gerson Gusmão, técnico que comandou o Remo em 7 jogos, este ano, na C, bate à porta do TRT-PA e deseja receber R$ 682.623,00 (Seiscentos e oitenta e dois mil, seiscentos e vinte e três reais).

Como as nossas “Locomotivas” poderão chegar à “esperança” do futebol brasileiro se “comem como pinto e borram como pato?”

A Lei de responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro – PROFUT(13.155/15) – permite que as associações desportivas parcelem dívidas fiscais a jurus baixos.

No entanto, as dívidas de CR e PSC “tufam” a cada final de temporada.

Em seu art. 1º afirma: “…estabelece princípios e práticas de responsabilidade fiscal e financeira e de gestão transparente e democrática para entidades desportivas profissionais de futebol… e dispõe sobre gestão temerária no âmbito das referidas entidades”.

Nada disso é efetivamente cumprido em Belém: sem limites, clubes contratam profissionais ganhando salários que estão acima das receitas das instituições, e, quando dos desacertos, justiça trabalhista ou cível é a solução.

André, Rodolfo e Livan, integrantes da chapa Grupo Independente Pró Paysandu – GIPP – foram entrevistados por mim e o Pio Neto no SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara, e pretendem, se eleitos, em 7 de dezembro, fazer valer a transparência fiscal, receitas e despesas do Clube, e dando conhecimento da receita da empresa que há dentro do Paysandu: A LOBO, que hoje está entregue em mãos de terceiros e que, segundo se sabe, repassa percentuais de tudo que é vendido à diretoria.

Para o trio, “o Paysandu não vai melhor, pois, tendo caído para a série C em 2018, tem apresentado seguidos resultados medíocres, desvelando a falta de um tratamento mais conectado com a visão moderna do presente. Numa situação em que a receita desabou, seja por se encontrar na série C, seja por má gestão fiscal, as contratações de treinadores e atletas devem ser precisas de acordo com o limitado orçamento do clube”; e arrematam: “…Moneyball, ou seja, contratar jogadores que, não sendo estrelas, tenham demonstrado um desempenho regular segundo padrões estatísticos”.

André, Rodolfo e Livan defendem a ideia da “contratação de técnico com perfil ofensivo, ambicioso e que aceite trabalhar dentro dos limites orçamentários do clube”.

Além, é claro, da transparência em todos os atos da diretoria. (Foto: Cristian Ramos)

É o que há!

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