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CADÊ ZAGUEIRO, FELIPÃO?

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Quem tem time ataca.

Quem não tem defende e contra-ataca.

Quatro (4) são os pilares de uma partida de futebol: técnico, tático, físico e emocional.

No jogo em que o Flamengo foi campeão da Libertadores da América, diante do time do arregão Felipão, ficou mais que confirmado porque a Canarinho de 2014 tomou de 7 da Alemanha e o Felipão ficou com cara de égua durante muito tempo.

É um técnico que tem como marca a forte marcação, mas não se preocupa com as variações táticas pensando em atacar o adversário: primeiro defender para depois buscar a vitória.

Os técnicos brasileiros perdem para os europeus, porque os nossos times não têm variações táticas durante a partida, a não ser Palmeiras (Abel Ferreira), Fortaleza (Vojvoda) e Corinthians (Vitor Pereira).

Furacão perdeu de 1 a 0 para o Flamengo pela lambança do Felipão: perdeu aos 42’ zagueiro Pedro Henrique e não fez a recomposição imediata quando deveria tirar um atacante e fazendo entrar jogador da posição.

Na única estocado do Flamengo, no primeiro tempo, a bola chega em Gabgol e faz o gol da consagração do time carioca.

Se Felipão arma forte marcação em Arrascaeta e Pedro, pelo lado do Flamengo, Dorival Junior não sabe o que fazer para se desvencilhar da forte pegada do time adversário.

Por pouco o Atlhetico não chegou ao empate, porque Vidal é mais um “ladrão” que está no futebol brasileiro: sem ritmo e sem preparo físico. O Furacão foi pra cima pelo buraco encontrado no meio-campo rubro-negro.

Não é só por aqui que há “ladrões”.

É o que há!

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